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7 erros que você não deve cometer com o seu gato

O gato pode, em breve, ser o pet preferido dos brasileiros. Um estudo realizado pelo Instituto Pet Brasil (IPB) apontou que o número de gatos presentes nos lares brasileiros teve alta de 8,1% entre 2013 e 2018. Enquanto isso, os cães, hoje mais numerosos, registraram alta de menos da metade, com 3,8%. Em 2018 o número de felinos era de 23,9 milhões, contra 54 milhões de cães. No entanto, devido a esse enorme crescimento registrado nos últimos anos, muitos profissionais do setor pet acreditam que os bichanos podem ganhar a preferência de muitos tutores num futuro não muito distante.

Enquanto isso não acontece, quem já é tutor de um gatinho pela primeira vez ou está pensando em adotar um, precisa conhecer as particularidades e cuidados importantes com os felinos.

Confira a seguir 7 erros que você não deve cometer com o seu gato!

Erro 1 – Não cuidar da alimentação em cada etapa de vida

A escolha da alimentação deve se basear principalmente na idade. Depois de desmamado e até um ano de idade, o gato deverá ser alimentado com ração para filhotes. Na fase adulta, deve-se levar em consideração se é um animal castrado, qual o tamanho de sua residência, se tem alguma doença que exija uma dieta especial e até qual a rotina dos tutores. Para os idosos, o ideal é uma dieta para gatos seniores e a suplementação com ingredientes naturais funcionais, se for o caso (conheça aqui a Fórmula Vigor, da Botica Pets). Não há a necessidade de troca de ração frequente, somente de filhote para adulto e de adulto para idoso. Toda troca de alimento deve ser feita de maneira gradual e seguindo a orientação do médico veterinário.

Erro 2 – Não levar o bichano para o check-up com o veterinário

Verificar se a saúde do gato está em dia é muito importante. Somente o veterinário poderá avaliar o estado de saúde do gato e solicitar alguns exames de rotina para testar possíveis enfermidades que são transmissíveis entre os animais, mas que não manifestam sintomas claros. Há indicação dos testes de FIV e FeLV, que indicam se o animal é portador de duas doenças, a AIDS Felina e a Leucemia Viral Felina, respectivamente, entre outras.

Erro 3 – Não estimular física e mentalmente o gato

Quem pensa que para divertir o gato basta apenas dar de presente uma caixa de papelão, se engana! As brincadeiras com os bichanos devem ir muito além disso: servem para estimular física e mentalmente o animal. E isso é essencial diante da rotina da maioria dos gatos hoje em dia, que vivem em ambientes fechados, sem acesso à rua.

Algumas brincadeiras para você fazer com o seu gato:

  • Varinhas longas ou curtas para brincar de “aparecer e desaparecer”;
  • Ratinhos com catnip (erva do gato);
  • Brinquedos leves com penas naturais que podem ser pendurados;
  • Tabuleiros que simulam o movimento da cauda do rato são alguns exemplos.

Erro 4 – Não vacinar e vermifugar

Aos 60 dias de idade o filhote deve receber a primeira dose da tríplice felina (chamada de V3, que protege contra o herpesvírus felino, o vírus da panleucopenia e o calicivírus felino) ou quádrupla felina (V4 que protege também contra a clamídia) e duas doses reforço. Já aos três meses de idade já pode ser aplicada a vacina anti-rábica (AR). A vermifugação pode ser iniciada aos 15 dias de vida.

Erro 5 – Não pentear o bichano

Pentear o bichano com escovas para gatos evita a formação de bola de pelos, provenientes da lambedura durante a higienização. Isso servirá para evitar que o bichano acabe ingerindo os pelos que estão soltos e, com o passar do tempo, forme uma bola de pelos no estômago, que deverá ser eliminada posteriormente por ele. Caso isso não ocorra por meio do vômito, pode acabar obstruindo o trato digestório. Fique de olho!

Erro 6 – Caixinha de areia mal posicionada

Outro cuidado que merece atenção do tutor é com a caixinha de areia, que deve ficar sempre em um canto tranquilo e silencioso. O ideal é que fique longe da água e comida e em um local que o gato possa acessar com facilidade. Isso porque os gatos são animais muito seletivos e higiênicos e podem evitar usá-la se estiver perto do alimento, por exemplo. A limpeza da caixa deve ser feita ao menos duas vezes ao dia.

Erro 7 – Deixar o gato livre para ir à rua

O gato livre pode ter contato com animais doentes, brigar, ser vítima de maus tratos e até não encontrar o caminho de volta para casa. Por isso, sempre tenha redes de proteção em casa. Elas são essenciais em casas e também nos apartamentos (para evitar quedas de grandes alturas).

Gostou das dicas sobre felinos? Então leia também nosso post com três dicas para garantir uma convivência tranquila entre cães e gatos!

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